Contrapiso vs autonivelante: quando usar cada um
Os dois preparam a base para receber o revestimento, mas resolvem problemas diferentes. Escolher errado significa gastar mais material ou não conseguir o nível que o acabamento exige.
O que muda na prática
O contrapiso tradicional é feito com argamassa de cimento e areia, aplicado e sarrafeado à mão. Aceita espessuras maiores, corrige desníveis grandes e é o mais econômico por metro quadrado. A desvantagem é depender da habilidade do pedreiro para ficar plano e do tempo de cura antes de assentar o piso.
Já a autonivelante é uma argamassa fluida que se espalha sozinha e busca o nível. Ela entrega uma superfície muito lisa em camadas finas, ideal para piso vinílico, porcelanato de grande formato e ambientes onde a planicidade é crítica.
Quando escolher cada um
Se você precisa subir vários centímetros ou embutir tubulação, vá de contrapiso tradicional. Se a base já está próxima do nível e o revestimento exige perfeição, a autonivelante compensa mesmo custando mais por saco.
Em espessuras grossas, a autonivelante fica cara rápido. Vale estimar o volume antes de decidir. A calculadora de contrapiso mostra quantos sacos e quanto de areia cada opção pede para a sua área e espessura, ajudando a comparar o custo real.
Calculadora de contrapiso